Alergias… Por que crescem tanto?

Alergias… Por que crescem tanto?

As alergias vem afetando muito as pessoas… E, cada vez mais.

As alergias eram algo raro algumas poucas décadas atrás, hoje, porém, é um problema sério de saúde para  muita gente.

O aumento no número de pessoas alérgicas tem várias origens. Uma que chama nossa atenção, é o excesso de higiene, por incrível que isso possa parecer.

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Estudantes criam website interativo de receitas à prova de alergias

Estudantes criam website interativo de receitas à prova de alergias

O guia a prova de alergias é gratuito e, além da receita e das respetivas tabelas de valores nutricionais, inclui vídeos de instruções de preparação.

Fazer uma alimentação saudável e variada quando se sofre de alergias alimentares pode parecer uma missão impossível. Para responder a este problema, as faculdades de Medicina (FMUP) e de Ciências da Nutrição e Alimentação (FCNAUP) da Universidade do Porto acabam de lançar o guia “Receitas sem Alergias”. O projeto nasce em contexto acadêmico e visa combater a falta de receitas culinárias pensadas para pessoas com alergias alimentares.

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Saiba como organizar a despensa e a geladeira para crianças com restrição alimentar

Saiba como organizar a despensa e a geladeira para crianças com restrição alimentar

Dependendo da gravidade da alergia ou da intolerância, o controle e a vigilância devem ser constantes.

Criança com qualquer tipo de restrição alimentar é um desafio para os pais. Dependendo do gravidade da alergia ou da intolerância, o controle e a vigilância devem ser constantes. A organização ajuda nestes casos. A personal organizer Ana Flavia Furlan, da empresa Organizar é Preciso, criou um método que usa a comunicação visual e a setorização para garantir cozinhas mais seguras para seus clientes alérgicos.

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Podemos desenvolver alergias alimentares em qualquer idade?

Podemos desenvolver alergias alimentares em qualquer idade?

Numa altura em que os testes a intolerâncias e alergias alimentares invadem as clínicas um pouco por todo o mundo – transformando-se quase numa tendência global -, torna-se importante esclarecer uma das dúvidas mais comum: Podemos ficar alérgicos a alguns alimentos mesmo sendo adultos?

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Antibióticos aumentam risco de alergia alimentar em crianças

Antibióticos aumentam risco de alergia alimentar em crianças

Uso do medicamento na infância pode bagunçar a flora intestinal

Infecções como gripes e resfriados no primeiro ano de vida podem ser letais. Frequentemente, o tratamento com antibióticos é a primeira opção para resolver o problema. Mas há um erro grave nessa escolha: boa parte das doenças da infância são causadas por vírus, não por bactérias. Portanto, adotar essa classe de remédios — que só tem efeito contra as bactérias — não soluciona a questão. Pior: pode trazer sérios riscos para a saúde e para o meio ambiente. 

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Restrições Alimentares na Escola

Restrições Alimentares na Escola

ALERGIAS ALIMENTARES

Alergia alimentar é quando o organismo faz uma reação imunológica produzindo anticorpos contra a proteína de um ou mais alimentos.

Os principais alimentos alergênicos são: LEITE DE VACA, SOJA, OVO, CASTANHAS / AMENDOIM, TRIGO e CAMARÃO / FRUTOS DO MAR.

As alergias alimentares tendem a melhorar com o tempo, exceto alergia ao camarão e ao amendoim que são permanentes.

Além disso, a criança pode apresentar desde sintomas leves como diarreia e vômitos até reação grave anafilática com manchas na pele e edema de glote, evoluindo para insuficiência respiratória. Portanto, é importante que os pais levem um relatório do médico explicando qual o grau da alergia do seu filho e quais alimentos devem ser evitados.

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Meu filho tem alergia ao leite de vaca e isso não é o fim do mundo – Parte 2

Meu filho tem alergia ao leite de vaca e isso não é o fim do mundo – Parte 2

Com o diagnóstico feito, mergulhei nesse universo. Muita leitura, muita pesquisa, entrei em todos os grupos possíveis do Facebook e até do WhatsApp. Devagar fui aprendendo o que poderia ou não comer, já que quem fazia a dieta era eu, pois amamentava, e a proteína do leite de vaca passa pelo leite materno. A entrega foi tão grande que me tornei administradora de um grupo no Facebook (Meu filho (a) tem (APLV) – Alergia a proteína do leite!), hoje com mais de 11 mil pessoas de todo o país e até de fora.

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Meu filho tem alergia ao leite de vaca e isso não é o fim do mundo – Parte 1

Meu filho tem alergia ao leite de vaca e isso não é o fim do mundo – Parte 1

Hoje quero falar sobre um tema que entrou de vez na minha vida com a chegada do meu segundo filho. O Henrique, aos dois meses de idade foi diagnosticado com alergia a proteína do leite de vaca (APLV), o tipo de alergia alimentar mais comum entre as crianças aqui no Brasil. E o motivo da escolha deste tema para hoje é porque estamos passando pela semana mundial de conscientização sobre alergia alimentar, entre os dias 14 e 20 de maio, e eu jamais poderia deixar de abordar esse assunto tão importante pra mim com vocês.

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Um boom de alergia alimentar

Um boom de alergia alimentar

Ela está em alta e afeta principalmente as crianças. Investigamos o que está por trás e as dificuldades no diagnóstico e no tratamento

Há aproximadamente 20 anos, quando fazia residência médica, a pediatra e alergista Renata Cocco, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, atendia ao redor de duas crianças com alergia alimentar por semana. “Hoje tenho um ambulatório dedicado a isso”, diz. Renata não está sozinha. “Nota-se uma maior procura por prontos-socorros em decorrência das reações a alimentos”, conta a pediatra e alergista Ana Paula Moschione Castro, da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai).

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A relação entre alergias e a asma

A relação entre alergias e a asma

A asma é uma das doenças respiratórias mais comuns, afetando cerca de 5% da população em geral (chegando a 10% em crianças), e tem algumas características peculiares:

– É uma doença inflamatória crônica das vias respiratórias, que aparece como resultado da ação conjunta de fatores ambientais (ácaros da poeira, mofo, poluentes, infecção respiratória por vírus), nutricionais (excesso de peso), hormonais (menstruar em idade mais jovem) e de genes herdados dos pais que fazem com que alguns tenham mais chance de desenvolver asma (predisposição genética);

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